Exemplos de mulheres empreendedoras

Tempo de leitura: 6 minutos

exemplo de mulheres empreendedoras

Você quer alguns exemplos de mulheres empreendedoras? Não acredita ser possível?

A participação feminina no empreendedorismo brasileiro cresce a cada ano. As mulheres empreendedoras já representam 21% do crescimento do mercado nos últimos dez anos, somando aproximadamente a 8 milhões de pessoas.

 

Empreender não é uma tarefa fácil e muitas vezes, acaba sendo uma missão solitária. Quando o empreendimento está começando a dar seus primeiros passos, é normal que surjam dúvidas, receios e divergência de opiniões outrora tão certeiras.

 

Este artigo foi desenvolvido com a intenção de se tornar um manual de inspiração para as novas empreendedoras do País. Aqui, você encontrará histórias de mulheres como você. Que começaram no mercado de forma pequena até se tornarem líderes em seus segmentos de atuação.

 

Luiza Helena Trajano

luiza helena trajano

Luiza Helena Trajano é a responsável pelo crescimento de uma das maiores redes varejistas do País. Presidente da Maganize Luiza, começou a trabalhar com doze anos para comprar seus presentes de natal.

 

A Magazine Luiza nasceu de uma ideia dos tios de Luiza de montarem um negócio na cidade onde moravam, no interior de São Paulo. Mostrando habilidade para os negócios, não demorou muito tempo para que assumisse o controle da empresa e transformasse a pequena loja em um grande império.

 

Ao longo de sua carreira, Luiza não mediu esforços para conquistar seus objetivos. Não a toa, sua fortuna já soma em 2017 cerca de R$ 1 bilhão.

 

Atualmente é uma das maiores incentivadoras das mulheres no comando de grandes empresas, combatendo a desigualdade entre gêneros no mercado de trabalho.

 

Sophia Amoruso

A ex-CEO da empresa americana Nasty Gal é um dos maiores exemplos de mulheres empreendedoras da geração dos anos 2000 de empreendedorismo feminino moderno.

 

Aos 23 anos, desempregada e sem saber o que faria de sua vida, a então jovem adulta resolveu reformar uma de suas roupas e coloca-la a venda em uma loja no E-bay. Vendo o sucesso que foi essa decisão, resolveu investir nesse mercado, criando a Nasty Gal Vintage.

 

Em 2008, passou a ter um domínio próprio e decidiu que o negócio passaria a se chamar Nasty Gal. Mais uma vez, Sophia demonstrou ter feio a decisão certa. Na inauguração da loja, vendeu quase todos os produtos disponíveis.

 

Até o ano de 2012, pouco antes da empresa decretar falência e ser adquirida por um grupo britânico responsável por grandes nomes multimarcas, a empreendedora viu seu negócio lucrar aproximadamente U$ 10 milhões.

 

Sua história completa pode ser conhecida através do livro publicado por Sophia Amoruso, o #Girlboss e uma série baseada no início de sua vida, chamada Girlboss, produção original da rede de streaming Netflix.

 

Heloísa Helena “Zica” Assis

 

De ex empregada doméstica a um dos maiores exemplos de mulheres empreendedoras do Brasil, Heloísa Helena se tornou uma das mulheres mais bem sucedidas em seus negócios de acordo com pesquisa realizada pela revista Forbes.

 

Incomodada com seus cabelos cacheados e vendo poucas opções de tratamento para esse tipo de cabelo, juntou-se com seu marido e mais dois sócios e inauguraram em 1993 um salão de beleza específico para mulheres com cabelos cacheados ou volumosos. Nascia ali o Instituto Beleza Natural.

 

Por ser um nicho pouco explorado na época, o salão começou a fazer grande sucesso entre as mulheres que tinham as mesmas necessidades e Zica logo viu seu negócio expandindo naturalmente.

 

Com o grande sucesso comprovado pelo nicho de mercado escolhido, o Instituto Beleza Natural conta atualmente com mais de 40 unidades espalhadas pelo Brasil.

 

Patricia Bonaldi

 

Um dos principais nomes do mundo da moda, Patricia Bonaldi se tornou uma das queridinhas das fashionistas brasileiras, especializada em vestidos de festas bordados e com muitos detalhes.

 

A estilista entrou no mercado de vestuário investindo em uma loja multimarcas de roupas para festa. Tendo contato direto com suas clientes, percebeu que elas buscavam algo personalizado, diferente, que fosse moldado de acordo com suas necessidades e tivesse um toque pessoal no produto.

 

Pegando todas as informações necessárias, Patricia deixou a ideia da loja multimarcas de lado e em 2012 criou um ateliê que levava seu nome e em seguida, mais uma marca, a Patbo.

 

Atualmente Patricia possui três lojas espalhadas pelo Brasil, conseguiu expandir à mercados internacionais coo Estados Unidos e Europa e conquistou um dos lugares mais sonhados por todos os estilistas do ramo de vestuário: Uma vaga no palco do desfile do São Paulo Fashion Week.

 

Chieko Aoki

 

Este exemplo de mulheres empreendedoras é pautdo na fundação e presidência de uma das maiores redes hoteleiras do Brasil: A Blue Tree Hotels.

 

Chieko trabalhou em diversas empresas hoteleiras desde os anos 1980, passando por Brasil, Europa e Ásia como diretora de marketing. Investiu em conhecimento, aperfeiçoou habilidades e logo viu que precisava expandir seus horizontes.

 

Em 1997 fundou a Blue Tree Hotels, uma rede de hospedagem de luxo. A rede conta com mais de 20 unidades espalhadas pelo País e Aoki foi eleita em 2013 como a segunda maior empreendedora do País pela revista Forbes.

 

Ana Lúcia Fontes

Ana Lúcia resolveu empreender através dos meios digitais, com o foco no empreendedorismo feminino. Criou o blog Rede Mulher Empreendedora, onde compartilha com suas leitoras experiências e dicas de como gerir uma carreira de negócios.

 

O projeto que nasceu durante o “Programa dez mil mulheres FGV” foi levado em frente pela criadora e hoje é um dos maiores portais sobre empreendedorismo feminino no Brasil.

 

No banco de dados da RME, já contam com aproximadamente 300 mil mulheres cadastradas em busca de troca de informações, conhecimento e participantes de eventos promovidos pela rede.

 

Viviane Senna

 

Irmã de Ayrton Senna, Viviane ficou responsável em tocar um dos negócios mais importantes de seu irmão: A Fundação Ayrton Senna, instituto responsável pela pesquisa e desenvolvimento da educação para crianças e adolescentes menos favorecidos.

 

Através do nome da fundação, Viviane preside também o Fórum Nacional Todos Pela Educação. Esta organização é composta de um coletivo de líderes de diversos setores que atuam diretamente na melhoria do setor da educação.

 

Com a atuação de Viviane, este segundo negócio acabou se tornando o maior fórum de debates de assuntos educacionais do País.

 

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